1. Tarefas para esta semana
Esta semana, esperam-te duas tarefas: a primeira é a escrita da carta de reposta ao requerimento que recebeste na aula, e a segunda é a leitura do texto “Criação durante o Capitalismo e a Revolução do Twine”, um texto-manifesto escrito pela norte-americana, Porpentine.
Em relação à primeira tarefa, já recebeste todos os materiais necessários por e-mail. Recordo que a carta deve ser impressa, assinada e entregue em mão na próxima semana.
Passemos, então, à 2.ª tarefa:
Porpentine é uma das autoras de ficção hipertextual em língua inglesa mais reconhecidas da atualidade. A sua obra howling dogs [uivam os cães], de 2012, é considerado um dos textos mais importantes da ficção hipertextual. Como diz a Hanli Geyser, da Universidade de Witwatersrand (África do Sul), tanto a postura pessoal de Porpentine como o seu trabalho estão profundamente ligados às questões de género, de resistência e da afirmação da diferença (“One Click at a Time: Playing Porpentine’s howling dogs”). Para saberes mais sobre a autora e o seu trabalho, vai até ao site dela.
Em novembro de 2012, a autora norte-americana publicou o manifesto “Criação durante o Capitalismo e a Revolução do Twine”, que é um texto muito útil para compreender das implicações políticas e sociais da escrita hipertextual e de uma ferramenta como o Twine.
Todo o texto é importante, mas chamo a tua especial atenção para os capítulos “Hipertexto”, “Porquê o Twine?” e “Escrever Hipertexto”, que te podem ajudar a compreender as especificidades deste tipo de escrita.
O texto foi escrito originalmente em inglês, mas felizmente alguém o traduziu para português. É a versão em língua portuguesa que te peço para ler, mas caso queiras fazer uma leitura comparada, também poderás encontrar a versão inglesa aqui em baixo.
VERSÃO PORTUGUESA
VERSÃO INGLESA
Atenção! Este texto é um manifesto, portanto, o tom é forte, por vezes, agressivo, e usam-se palavrões. A tradução para português tentou manter o mesmo registo de língua.
O documento PDF tem muitas páginas, porque o manifesto inclui muitas imagens, mas em termos de texto é relativamente curto.
E é tudo! Boas leituras!